CORINTHIANS: CAMPEÃO OU NÃO ÉS MINHA PAIXÃO

NÃO COBRAMOS TITULOS

COBRAMOS RAÇA EM CAMPO

Cobramos determinação e não omissão de pessoas que não tem identidade nenhuma com o CORINTHIANS,e só estão no clube para se aproveitarem e faturarem milhões e milhões.

A esses pulhas só aviso que prestem atenção e muita atenção ao vestirem o manto sagrado.

Pequena Homenagem a MOnikita: http://bodeguitacuba.blogspot.com/

 

Corinthians, 1977: “Eu estava lá”

Mônica Toledo

“Em vez de me deixar no colégio, naquele dia minha mãe me levou à Igreja dos Enforcados, na Liberdade. Comprou vela, colocou no altar, rezou e pegou a bênção para duas folhas de arruda. Deu uma para mim e outra para o meu irmão. Então olhou bem para nós e disse: ‘Segurem firme até o fim do jogo, não larguem por nada’. Fomos ao Morumbi e ficamos em frente à bandeirinha de escanteio no lugar onde o Basílio comemorou o gol. Esse foi o momento mais marcante daquele dia. Não foi normal, nem poderia ser. Depois do grito de gol, o que se viu foi uma comoção enorme. Muitos choravam como se tivessem tomado uma injeção que tirasse a dor que havia muito os machucava. Minha mãe repetia, em tom de desabafo: ‘Acabou, ninguém mais ri de nós. Acabou!’. Ela se referia à música ‘Faz-me Rir’, que tocava nas rádios em ‘homenagem’ aos corintianos (sucesso cantado por Edith Veiga, em 1961, ano em que o Corinthians tinha uma equipe muito ruim). Outra coisa que a feria era entrar em comércios e ver a placa: ‘Fiado, só quando o Corinthians for campeão’. Meu pai estava extremamente emocionado, porque se lembrava do dia em que esteve no Pacaembu, em 1955. Depois daquele título, fez faculdade, se casou, teve filhos… Uma vida inteira, praticamente. Saindo do estádio, a primeira coisa que minha mãe fez foi comprar uma bandeira com os dizeres: ‘É Campeão’. Eu sempre pedia uma, mas a única que ela podia nos dar trazia a frase ‘Campeão ou não, és minha paixão’. Isso nos marcou demais. A mim, porque todos os meus amigos tinham uma bandeira de campeão. À minha mãe, porque não podia dar à filha o que ela queria. Mas, como ela mesmo disse: acabou!”

Mônica Toledo, advogada, tinha 9 anos

Esses são os verdadeiros CORINTHIANOS a quem devemos respeitar e seguir e não aos falsos que dizem JOGAR por amor ao clube.

FORA VAGABUNDOS DO CORINTHIANS!!

VAI CORINTHIANS!!

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